28 maio 2016

PASSEANDO PELO SUL II



II Montevidéu



Após viajar a noite toda, chegamos ao porto de Montevidéu. O Uruguai sempre me foi bastante simpático, recebendo aos brasileiros de maneira fraterna, até porque notamos ser uma extensão gaúcha, falando espanhol. Do porto subimos ao Centro da capital uruguaia, indo ter ao monumento do Gen Artigas, herói do Uruguai.



Um fato atrapalhou, mas não impediu a vontade de sempre das mulheres, as compras: era feriado, Dia de Reis. Havia, ainda, um pequeno número de lojas abertas.




Passamos a percorrer o Centro, um pouco deserto, começando pelo Monumento do herói Artigas.



Em seguida descemos uma rua repleta de lojas e que terminava em uma atraente feira de artesanatos.



Tudo convidava às compras, mas há necessidade de poupar os dólares , pois muito havia, ainda, a requerer nossas economias.













Contratamos uma van para nos levar a um “recorrido” pela cidade, já que, como disse anteriormente, o tempo de quem faz um cruzeiro, sempre é pequeno quando em terra.
Chegamos, inicialmente, ao Congresso uruguaio, uma edificação imponente, localizada em uma ampla praça. Isto se deu após percorrermos algumas ruas e avenidas da capital, limpas e bem urbanizadas.


Aos maçons, um fato interessante: as duas casas do Congresso, Senado e Câmara dos Deputados, são separadas por amplo salão que recebeu o sugestivo nome de Sala dos Passos Perdidos.

Depois de passear por ali nos dirigimos ao Mercado da cidade, por "sugestão" do motorista. Lá pudemos dar vazão à gula e saborear, também, as conhecidas cervejas uruguais, por sinal, muito boas.


Dali, partimos em busca de conhecer outra parte da cidade e visitar o famoso Estádio Centenário. 




O tempo trabalhava contra o turismo!
Partimos, novamente, nosso "recorrido" pelas ruas de Montevidéu e fomos ter à praia barrenta oferecida pelo Paranazão, na região nobre da capital. Muita modernidade e muitas pessoas aproveitando o feriado nacional.



Daí retornamos ao MSC Lírica, pois muito havia a percorrer, ainda, em nosso cruzeiro.

Rumo a Punta Del Este.

10 abril 2016

PASSEANDO PELO SUL






 I
BUENOS AIRES


Ao raiar do ano, dando as boas vindas a 2016, partimos a bordo do MSC LÍRICA,

rumo a Buenos Aires, primeira e longínqua escala do nosso cruzeiro pelo Sul da América, Curtindo BUENOS AIRES, MONTEVIDÉU, PUNTA DEL ESTE E ILHA BELA
Inicialmente, foram dois dias e meio curtindo o que há a bordo para minimizar as contrariedades da viagem.



Navio cheio, mas totalmente modernizado no ano passado, apresentando um misto de luxo e praticidade em prol dos passageiros. Aliás, o vídeo apresentado sobre a modernização é, simplesmente, impactante, pois nos mostra, literalmente, o navio sendo cortado ao meio e encaixada uma fatia de navio feita noutro local do estaleiro.


Outro fato a destacar nessa primeira fase da viagem é o desconforto causado pelos ventos e marés nas costas de Santa Catarina.... Ufa! Não é a toa que os furacões no Brasil se dão naquela região!
Ao adentrarmos no Rio da Prata, causa espanto, mesmo para quem já conhece a área, as infinitas águas barrentas do Paraná, buscando o Atlântico.

Parece o mar, mas de águas pardas, pois não se vê as margens. A chegada a Buenos Aires é um tanto complicada pelas condições do porto fluvial, exigindo grandes manobras do navio.
Fato desagradável, mas minimizado pela logística proporcionada, é a situação de tratar-se de um porto de carga, não dispondo de facilidades para o desembarque de passageiros. Estes se deslocam para o terminal por ônibus disponibilizados.
Saindo do terminal, sofremos um assédio implacável de motoristas de taxis e de vans, oferecendo as maravilhas promocionais de sempre aos turistas e seus dólares.
Optamos por seguir a pé em busca do centro, que não é muito distante.
Retornava, naturalmente, a Buenos Aires cheio de expectativas geradas nas estadas anteriores, embora já avisado por pessoas que lá estiveram mais recentemente que muito havia mudado...e para pior.
Chegamos na região da Calle Florida e logo observamos a quantidade enorme de pessoas interessadas em trocar moeda...um perigo! O comércio vistoso de BA permanece,
 
mas as ruas estão repletas de população de rua, reflexo da era kirchinista. Segundo o comentário abalizado das mulheres, não mais existia o atrativo de compras na cidade portenha.
De qualquer forma foi um prazer rever a Florida, a 9 de Julho, a Corrientes, entre outras “calles” e seus encantos. O Shopping Pacífico continua magnífico, atraindo a todos.

Murais no teto do Shopping Pacífico
Caminhando sempre chegamos à Praça de Mayo e nova decepção. Toda cheia de acampamentos de protesto, além do governo popular que terminava ter “protegido” a Casa Rosada do assédio do povo com muros metálicos antidemocráticos, vergonhosos e horrendos.


Descemos ao sempre encantador Porto Madero. Um lenitivo para a vista! Restaurantes chiques, bares atraentes....enfim, requinte!


Viagem de navio tem inconveniente também. Dos piores,  as estadas rápidas em terra firme. Era hora de voltar a bordo, deixando de ver muitas das maravilhas de Buenos Aires.


Cansados, buscamos táxis deparando-nos com os mais variados preços sugeridos pelos diferentes taxistas. Uma vontade louca de ludibriar o turista. 


Mas com tudo isso, valeu a pena.


Rumo ao Uruguai!