19 agosto 2008
SEGREDOS PARA O SUCESSO (Jim Rohn)
O INÍCIO Infelizmente, os segredos do sucesso não podem ser ensinados, pois eles existem para ser descobertos. A Solução que muitas pessoas passam uma vida inteira procurando está dentro de nós mesmo. Essas respostas interiores foram obtidas de diferentes maneiras - algumas nos foram transmitidas hereditariamente outras advêm de experiências acumuladas na vida e ainda provêm do estudo... do acúmulo de conhecimento através da educação formal e informal. Tudo o que nos toca nos prepara. A chave que revela o segredo do sucesso é o auto-conhecimento, pois é dentro de nós que a semente da fortuna está plantada. Comprometa-se consigo mesmo. Pense cada pensamento, sonhe cada sonho e alcance cada meta. Faça o que for preciso para remover os obstáculos e eliminar as limitações, custe o que custar. Você só tem uma vida, e ela foi feita para der descoberta e aproveitada. Os seres humanos possuem uma habilidade única não encontrada em nenhum outro membro do reino animal - o poder da escolha. É exercitando esse talento que podemos alterar o que foi e o que é. A vida não melhora por acaso - ela melhora pela escolha. RAZÕES Você pode ter todas as respostas, mas sem uma razão, os problemas não se resolvem. Entretanto, você precisa somente de uma boa razão e, mesmo não tendo a solução, você provavelmente será bem sucedido. As razões atraem as soluções. Você não consegue a solução até achar o motivo (razão). Podemos dar uma variedade de razões para sermos bem-sucedidos, mas suas próprias razões são mais importantes do que as nossas sugestões. Quando melhor a sua lista de razões, melhor a sua chance de sucesso. METAS Enquanto as razões nos dão o rumo geral do porquê ir a algum lugar, as metas nos dizem especificamente para onde ir, dia a dia, semana a semana e ano a ano. As metas podem revolucionar nosso futuro - financeira, social e profissionalmente. As metas são o primeiro passo para o sucesso. São o instrumento com o qual mapeamos o caminho e o que evita que saiamos do rumo. Veja bem, sem metas (um plano escrito) para nos direcionar, duas coisas podem facilmente acontecer: ou porque desistimos porque parece muito difícil, ou divagamos sem rumo durante anos, à procura de uma objetivo final, o qual nunca alcançaremos por falta de uma plano bem definido. Criar metas é uma trabalho difícil - por isso muita gente deixa de lado. As pessoas trabalham arduamente em seus empregos, mas não o fazem quando se trata de si mesma ou de seu futuro. A palavra-chave é planejamento. Como diz o ditado: As pessoas que falham em planejar, planejam falhar. Sucesso é fazer aquilo que as pessoas que fracassam não fazem ou não querem fazer. NÃO TENHA MEDO DE SONHAR Quantas vezes, durante nossa adolescência, ouvimos expressões como : Espere até você encarar o mundo real... Até você ter contas para pagar... filhos para sustentar... um chefe na sua cola. Então você verá que não há tempo para sonhar. Entretanto, o que descobrimos é que não só é aceitável que os adultos sonhem, com é impossível crescer sem sonhar! Se a única razão para você sair da cama todos os dias é pagar as contas no final do mês, a vida deve parecer incrivelmente fútil. Substitua a frase Eu não posso pela frase Eu posso. Acredite que tudo é possível. Outras pessoas conseguiram mudar de carreira com muito sucesso, mesmo tendo mais idade, por que não você? Outras pessoas conhecem a alegria de encontrar o parceiro perfeito, ou de aprender uma língua nova, ou de dirigir um automóvel de luxo... por que você não? Não se limite. Outras pessoas conseguiram tornar seus sonhos realidade, por que não você? DESENVOLVIMENTO PESSOAL Desenvolvimento pessoal é o ponto de partida, se você almeja uma vida melhor. Uma das grandes promessas da vida é que você sempre pode ter mais do que tem, pois você pode tornar-se melhor pessoa. Talentos existentes podem ser aperfeiçoado, novas habilidade podem ser adquiridas, maus hábitos podem ser eliminados. Temos a capacidade de mudar a nós mesmo, por isso também temos a capacidade de mudar o rumo de nossas vidas. Entretanto, nunca nos é prometido algo sem junto existir um desafio. Este é o desafio: a menos que façamos um esforço determinado e disciplinado para mudar nosso modo de ser, continuaremos apenas com o que temos agora. Para que as coisas melhorem, precisamos ser melhores pessoas. À primeira vista, pode parecer uma afirmação simples demais como solução para levá-lo de onde você se encontra atualmente até onde voc6e que chegar. Mas as respostas para encontrar uma vida melhor, invariavelmente, tornam a forma de verdade básica e simples. A vida melhor não é tão difícil de alcançar... uma vez que você finalmente aceite o básico. No momento que você decidir tornar um atalho que pareça mais fácil ou menos envolvente, é quase certo que você se destina a um caminho duas vezes mais longo, ou ainda pior, você corre o risco de nunca chegar lá! A principal chave de um futuro melhor é você. Quanto mais rápido aprendermos a assumir responsabilidades total sobre nosso futuro, mais rápido este futuro melhor começará. Você pode tentar mudar seu chefe, seu cônjuge, seus amigos, as políticas do escritório, ou mesmo a economia, mas seu tempo e energia serão muito melhor aproveitado em algo que você possa mudar - você mesmo! A LEI DA ATRAÇÃO Quanto mais atraentes nos tornamos em todas as áreas de nossas vidas, melhores circunstâncias atrairemos. Se aceitarmos o fato de que o que possuímos atualmente é o resultado do que somos, então é razoável dizer que, mudando o que somos hoje, podemos alterar significativamente o que termos um dia. O futuro torna-se uma proposta realmente empolgante, quando, finalmente, entender-mos que somos capazes, de a qualquer momento, mudar nosso rumo, simplesmente, mudando a nós mesmos. A medida que nos tornamos mais atraentes, as circunstâncias que escrevemos como parte de nossos planos a longo prazo são atraídas para nós em virtude do que nos tornamos. A DISCIPLINA Se há algo, em particular, pelo qual valha a pena você ficar entusiasmado, é sua capacidade de fazer você mesmo as mudanças necessárias para alcançar o resultado desejado. Você pode mudar velhos hábitos ou desenvolver novos padrões, porque você pode exercitar a disciplina necessária para operar mudanças em sua vida. A disciplina é o começo de todo o progresso humano. É necessário disciplina para separar trinta minutos de cada dia para leitura. É preciso disciplina para controlar emoções negativas, preocupações, medos, dúvidas... Disciplina não é esforços disciplinados trarão recompensas tremendas. A REPETIÇÃO Se todos nós fossemos abençoados com 100% de retenção de tudo que vivemos, lêssemos, ouvíssemos, e descobríssemos, os diários seriam inúteis. Mas como este não é o caso, é aconselhável desenvolver- mos o hábito de usar um diário para anotarmos observações. Quando ouvir uma boa idéia, anote-a. Quando vir algo que gera um pensamento ou relação emocional, anote. Quando ler uma passagem interessante num livro, copie-a em seu diário. Ele irá tornar-se seu livro de referência para uma vida melhor. É onde você irá registrar conhecimento, planejar atividades e analisar sucessos ou fracassos pessoais. A repetição é a mãe da habilidade. É revisando uma idéia, repetidamente, que acabamos por dominá-la. Quanto mais recapitulamos uma certa idéia, maiores são as chances dela enraizar-se então em sua atitude, estilo de vida, personalidade, linguagem e renda. DESCUBRA COMO AS COISAS FUNCIONAM Nunca subestime o valor da informação. Uma boa idéia pode mudar drasticamente sua vida. Entretanto, você precisa estar na busca de idéias raramente uma boa idéia vem ao seu encontro, Se você que ser bem sucedido, aprenda sobre o sucesso. Se quer ser rico, aprenda sobre riqueza. Se quer ter um relacionamento bem sucedido, aprenda sobre relacionamento. Estudando, pode ser que você não possa fazer todas as coisas que descobrir, mas certamente vai descobrir tudo o que pode. Nunca permitam que digam que você não chegou ao sucesso por falta de informação. Não aceite a maneira que as pessoas são - explore, examine, pense, analise e estude. Descubra exatamente como algo funciona. Você pode não concordar com o sistema, política ou organização, mas se você se dedicar a entender como eles funcionam, verá como poderá usá-los a seu favor. Existem três maneiras de descobrir... 1ª- Torne-se um bom leitor. Os livros são, na realidade, projetos de pesquisas condensadas. Alguns autores dedicam uma vida inteira a investigar uma certa arca. Imagine poder passar somente algumas semanas descobrindo uma vida inteira de experiências! Um livro pode lhe economizar dez anos 2ª- Torne-se um bom ouvinte, os bons ouvintes são raros por uma razão: é mais fácil falar do que ouvir. 3ª- desenvolva a sua capacidade de observação pessoal. Ela é muito freqüentemente negligenciada, devido a uma tendência humana de fazer as coisas, automaticamente, ao invés de participar ativamente nos eventos da vida. A distração é fatal àquelas que estão em busca do sucesso. INDECISÃO Indecisão é o resultado do medo do fracasso. Ficamos com tanto medo de fazer a escolha errada que acabamos não fazendo escolha alguma. Os resultados final de não escolhermos ou não decidirmos é que outra pessoa fará tais escolhas e tomará as decisões por nós. No final, você acabará perdendo a capacidade de dirigir e controlar os eventos em sua vida. Se você estiver disposto a permitir que outros determine sua qualidade de vida, então, senta-se livre para passar adiante as decisões que deveria estar tomando. A boa vida é cheia de desafios, e cada desafio requer uma decisão. Há sempre o risco que a decisão tomada não seja a decisão acertada: mas também há a possibilidade que você decida corretamente. De qualquer maneira, você estará crescendo. Não pense em quantas decisões você pode evitar, mas sim em quantas você pode tomar. Tudo melhora com a prática, incluindo sua habilidade de tomar decisões. PREOCUPAÇÃO A preocupação é uma doença particularmente fatal, pois causa uma série de problemas, incluindo problemas de saúde, familiares e financeiros. Calvin Coolidge dizia: Se você fez dez problemas vindo estrada abaixo, pode ter certeza que nove deles cairão numa vala antes de alcança-lo. A maioria das coisas com as quais nos preocupamos nunca acontece!
07 julho 2008
CIDADE GRANDE
Businas,
businas,
businas...
Ruídos sonantes e dissonantes
já fazem parte, até mesmo,
da sinfonia de nossas vidas.
Sonoplastia louca feita por carros,
fábricas ,aviões e ...homens.
Uma ambulância desesperada
só nos permite ver, um rastro branco
na sua busca de um morimbundo, quiçá
vítima do trânsito que ora desafia.
É, mas cidade grande gira ao redor
da orquestra furibunda do progresso...
Tiros: morte!
Colisão: morte!
Desabamento: morte!
É... Vivemos em um mundo de morte...
Mas viva a vida, boa ou má,
não importando, pois o necessário é viver.
Cidade grande,
cinza e bela,
louca e feliz,
pulsante e má,
rica e suja -- divino complexo!
Saber amar é saber viver,
e eu te amo, princesa gigante.
04 julho 2008
ISSO A MÍDIA NÃO DIVULGA...POR QUE?
MENSAGEM RECEBIDA
Nota de pesar
A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), órgão executivo do Ministério da Saúde, se solidariza com as manifestações de pesar pelo falecimento do capitão Marco Aurélio da Silva Martins, do 4º Batalhão de Aviação do Exército, ocorrida, ontem (23), quando o helicóptero em que viajava caiu durante uma tentativa de pouso forçado na região de Tefé (AM).
O capitão, juntamente com outros quatro militares tripulantes, estava cumprindo missão de apoio às ações de saúde da Funasa na região do Vale do Javari e, no momento do acidente, se deslocava de Tabatinga para Tefé.
Os demais integrantes da equipe, um tenente e um sargento, estão sob cuidados médicos, mas não correm risco de morrer.
Desde o dia 19 de abril último, os militares das Forças Armadas estão junto com a Funasa numa missão nada fácil, que é levar saúde para os índios que vivem no meio da selva amazônica. Sem o apoio destes heróis, os profissionais da Fundação não conseguiriam ampliar a cobertura de atendimento à atenção básica e promover uma ampla campanha de vacinação em toda a região do Vale do Javari, onde vivem aproximadamente 3,7 mil indígenas.
O que se vê na área são homens e mulheres abnegados, trabalhando dia e noite e enfrentando as condições mais adversas (incluindo meteorológicas) para levar melhores condições de vida para populações historicamente esquecidas neste País. E os militares estão entre estes homens e mulheres que querem construir um Brasil melhor.
Assessoria de Imprensa
Fundação Nacional de Saúde (Funasa)
Nota de pesar
A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), órgão executivo do Ministério da Saúde, se solidariza com as manifestações de pesar pelo falecimento do capitão Marco Aurélio da Silva Martins, do 4º Batalhão de Aviação do Exército, ocorrida, ontem (23), quando o helicóptero em que viajava caiu durante uma tentativa de pouso forçado na região de Tefé (AM).
O capitão, juntamente com outros quatro militares tripulantes, estava cumprindo missão de apoio às ações de saúde da Funasa na região do Vale do Javari e, no momento do acidente, se deslocava de Tabatinga para Tefé.
Os demais integrantes da equipe, um tenente e um sargento, estão sob cuidados médicos, mas não correm risco de morrer.
Desde o dia 19 de abril último, os militares das Forças Armadas estão junto com a Funasa numa missão nada fácil, que é levar saúde para os índios que vivem no meio da selva amazônica. Sem o apoio destes heróis, os profissionais da Fundação não conseguiriam ampliar a cobertura de atendimento à atenção básica e promover uma ampla campanha de vacinação em toda a região do Vale do Javari, onde vivem aproximadamente 3,7 mil indígenas.
O que se vê na área são homens e mulheres abnegados, trabalhando dia e noite e enfrentando as condições mais adversas (incluindo meteorológicas) para levar melhores condições de vida para populações historicamente esquecidas neste País. E os militares estão entre estes homens e mulheres que querem construir um Brasil melhor.
Assessoria de Imprensa
Fundação Nacional de Saúde (Funasa)
30 maio 2008
O pior burro é aquele que não sabe que é burro!
Como posso me arvorar a entender de medicina, se não sou médico? Como posso propor melhores soluções para a construção de uma ponte, se não sou engenheiro?
A Política de Defesa Nacional (minha tese em final de pós-doutorado, apresentada, inclusive na USP) envolve diversos segmentos, além, obviamente, do militar. Esta nunca foi objeto de estudo de qualquer governo anterior. Se este, agora se preocupar em proceder a um estudo, não poderá abrir mão do segmento militar, a não por casuísmo de estrito foro ideológico, e o que é pior, vesgo e revanchista, sem qualquer fundamento científico --- em suma ridículo e provavelmente a soldo de algum interesse pessoal, de grupos ou externo (que seria crime de lesa pátria).
Outro equívoco a ser consumado, à luz da notícia veiculada, é se tratar de reestruturação militar, sem que seja reestruturada a Defesa Nacinoal, patamar acima e anterior ao da Política Militar Brasileira, sem se falar da consequente e intermediária Estratégia de Defesa Nacional.
Acresce-se aos absurdos divulgados, a de que os dois senhores, a quem se atribui a risível e mal intencionada proposta de reestruturação, não têm conhecimento, nem capacidade física para em tão breve interregno, apresentarem tal proposição, a não ser que já estivesse adredemente realizada e fosse mais um embuste a ser lançado para o povo brasileiro.
Só nos resta, mais uma vez, esperar que todos cumpram seus deveres e juramentos!
29 maio 2008
CARTA A UM ANTIGO MESTRE
Prezado chefe,
estive na Escola Superior de Guerra, por força da minha atual ocupação (estou trabalhando com a Herbalife, indústria de nutrição celular) e perguntei pelo Sr, sabendo, então, que agora sua freqüência por lá é esporádica. Como vai o Sr e a família?
Vamos ver se conseguimos bater um papo qualquer dia desses. Vivemos momentos brasileiros ruins e é sempre bom conversarmos.
Bem, mas como tenho aprendido na Herbalife, está tudo ÓTIMO, pois temos que cultuar os pensamentos positivos.
Nosso amigo Cruz é que não tem estado bem e continua carregando o peso dessa doença cruel que o consome. Entretanto, a cada dia dá uma lição de perseverança e coragem de viver. Tenho aprendido que a vida é um exercício de vontade e perseverança. Então, vivamos.
Chefe, é sempre bom me dirigir ao Sr. Gosto de ser grato a todos que, se fizeram de fato, presentes em minha trajetória e o Sr, sem bajulação, é um desses. É interessante, como um simples ato, às vezes sem ser previamente dimensionado, vem a ter uma influência determinante na vida de outra pessoa. O Sr mudou minha vida, na medida em que, ao me convidar para aquelas aulas preparatórias para a ECEME, criou um ponto positivo de inflexão em minha vida. Hoje, se tenho um mestrado, um doutorado, se sou professor de uma Fundação Getúlio Vargas, um ex-diretor da Fundação do HEMORIO e tantas outras coisas boas nesses campos e correlatos, tenho que reconhecer que tudo começou ali. Sei que há minha participação a todo instante, pois não conseguiria partir de um simples filho de um mecânico de bonde e de uma dona de casa (de quem muito me orgulho) e chegar aqui, mas sem auxílios primordiais como o seu e de outras pessoas que muito estimo, seria quase impossível. A idade nos inspira vários sentimentos, entre os quais o da gratidão, um dos mais belos. Desculpe estar desfiando ele agora para o Sr, mas talvez me faça mais bem do que, mesmo, ao Sr. Obrigado, amigo.
Despeço-me com um forte e fraterno abraço,
Ivan Cosme.
estive na Escola Superior de Guerra, por força da minha atual ocupação (estou trabalhando com a Herbalife, indústria de nutrição celular) e perguntei pelo Sr, sabendo, então, que agora sua freqüência por lá é esporádica. Como vai o Sr e a família?
Vamos ver se conseguimos bater um papo qualquer dia desses. Vivemos momentos brasileiros ruins e é sempre bom conversarmos.
Bem, mas como tenho aprendido na Herbalife, está tudo ÓTIMO, pois temos que cultuar os pensamentos positivos.
Nosso amigo Cruz é que não tem estado bem e continua carregando o peso dessa doença cruel que o consome. Entretanto, a cada dia dá uma lição de perseverança e coragem de viver. Tenho aprendido que a vida é um exercício de vontade e perseverança. Então, vivamos.
Chefe, é sempre bom me dirigir ao Sr. Gosto de ser grato a todos que, se fizeram de fato, presentes em minha trajetória e o Sr, sem bajulação, é um desses. É interessante, como um simples ato, às vezes sem ser previamente dimensionado, vem a ter uma influência determinante na vida de outra pessoa. O Sr mudou minha vida, na medida em que, ao me convidar para aquelas aulas preparatórias para a ECEME, criou um ponto positivo de inflexão em minha vida. Hoje, se tenho um mestrado, um doutorado, se sou professor de uma Fundação Getúlio Vargas, um ex-diretor da Fundação do HEMORIO e tantas outras coisas boas nesses campos e correlatos, tenho que reconhecer que tudo começou ali. Sei que há minha participação a todo instante, pois não conseguiria partir de um simples filho de um mecânico de bonde e de uma dona de casa (de quem muito me orgulho) e chegar aqui, mas sem auxílios primordiais como o seu e de outras pessoas que muito estimo, seria quase impossível. A idade nos inspira vários sentimentos, entre os quais o da gratidão, um dos mais belos. Desculpe estar desfiando ele agora para o Sr, mas talvez me faça mais bem do que, mesmo, ao Sr. Obrigado, amigo.
Despeço-me com um forte e fraterno abraço,
Ivan Cosme.
10 outubro 2007
LIBERDADE DE PENSAMENTO
“Perante Deus, o homem é responsável pelo seu pensamento. Somente a Deus, sendo possível conhecê-lo, Ele o condena ou absolve, segundo a Sua justiça”. (Livro dos Espíritos – Allan Kardec)
O pensamento nada mais é que a nossa capacidade criativa atuando. Tudo que fazemos tem origem em um pensamento nosso e acontece em função de um universo de condicionantes, que interagem em nós de maneira única. Em conseqüência, a nossa vida será sempre o que estamos mentalizando constantemente. Qualquer mudança real que queiramos implementar, virá, única e exclusivamente, da mudança de nossos pensamentos.
O pensamento não é palavra, é algo, quase que indefinível, que, muita das vezes, foge ao nosso controle, como uma fera fugidia e rebelde. Embora tenha origem em nosso cérebro, rapidamente, toma o mundo por domínio.
É fundamental que tenhamos pontual noção de que ele é função de uma gama incomensurável de condicionantes, onde avulta de importância a personalidade e o caráter, que são, por sua vez, corolários de outras tantas influências. Se nossa formação não é boa, por mais que se tente, nossos pensamentos não serão da melhor qualidade, embora seja, mercê de muita dedicação, possível aperfeiçoarmo-nos.
Por que essas considerações? Porque nossas ações, exteriorização maior de nossos pensamentos, sejam atos, sejam palavras, são sempre precedidas deles, muitos dos quais, inclusive, fora de nossa percepção e função de nosso ego, que independe de nossa consciência.
Há que se considerar, ainda, as influências do meio em que estivermos inseridos, pois este, já não resta dúvida, cria condicionantes fortes no nosso modo de pensar. O que se dizer do chamado inconsciente coletivo em que estamos todos mergulhados? Os princípios religiosos, que seguimos, vão, por certo, ajudar, também, a moldar nossa maneira de pensar e, consequentemente, de agir.
Em suma, nossos pensamentos são a maior expressão de nossa individualidade.
Com isso, chegamos à assertiva de que o nosso pensamento é nossa maior e, mesmo única, propriedade absoluta, presenteando-nos com a liberdade total de usá-lo. Inferimos daí que a liberdade de pensamento trás junto a si uma responsabilidade para a qual, muita das vezes, não estamos devidamente, habilitados a lidar. É desse redemoinho interno que vamos tirar nossos conceitos individuais para trabalhar com os círculos, progressivamente, mais estreitos da Moral, da Ética e do Direito.
Concluindo, assola-nos a convicção de que, mais que um direito, a liberdade de pensamento, esse bem inalienável e inconteste do homem, é um dever, pois há que ser criteriosa e positivamente exercida.
O pensamento nada mais é que a nossa capacidade criativa atuando. Tudo que fazemos tem origem em um pensamento nosso e acontece em função de um universo de condicionantes, que interagem em nós de maneira única. Em conseqüência, a nossa vida será sempre o que estamos mentalizando constantemente. Qualquer mudança real que queiramos implementar, virá, única e exclusivamente, da mudança de nossos pensamentos.
O pensamento não é palavra, é algo, quase que indefinível, que, muita das vezes, foge ao nosso controle, como uma fera fugidia e rebelde. Embora tenha origem em nosso cérebro, rapidamente, toma o mundo por domínio.
É fundamental que tenhamos pontual noção de que ele é função de uma gama incomensurável de condicionantes, onde avulta de importância a personalidade e o caráter, que são, por sua vez, corolários de outras tantas influências. Se nossa formação não é boa, por mais que se tente, nossos pensamentos não serão da melhor qualidade, embora seja, mercê de muita dedicação, possível aperfeiçoarmo-nos.
Por que essas considerações? Porque nossas ações, exteriorização maior de nossos pensamentos, sejam atos, sejam palavras, são sempre precedidas deles, muitos dos quais, inclusive, fora de nossa percepção e função de nosso ego, que independe de nossa consciência.
Há que se considerar, ainda, as influências do meio em que estivermos inseridos, pois este, já não resta dúvida, cria condicionantes fortes no nosso modo de pensar. O que se dizer do chamado inconsciente coletivo em que estamos todos mergulhados? Os princípios religiosos, que seguimos, vão, por certo, ajudar, também, a moldar nossa maneira de pensar e, consequentemente, de agir.
Em suma, nossos pensamentos são a maior expressão de nossa individualidade.
Com isso, chegamos à assertiva de que o nosso pensamento é nossa maior e, mesmo única, propriedade absoluta, presenteando-nos com a liberdade total de usá-lo. Inferimos daí que a liberdade de pensamento trás junto a si uma responsabilidade para a qual, muita das vezes, não estamos devidamente, habilitados a lidar. É desse redemoinho interno que vamos tirar nossos conceitos individuais para trabalhar com os círculos, progressivamente, mais estreitos da Moral, da Ética e do Direito.
Concluindo, assola-nos a convicção de que, mais que um direito, a liberdade de pensamento, esse bem inalienável e inconteste do homem, é um dever, pois há que ser criteriosa e positivamente exercida.
14 agosto 2007
POR QUE TARDOU A REPÚBLICA?
No Brasil, a república proclamada a 15 de novembro de 1889 já se havia manifestado em momentos outros de nossa história, como na Conjuração Mineira.
Este evento caracterizou-se como um movimento das elites das Minas Gerais que pretendiam instaurar a república com capital em São João Del Rei.
Os conjurados eram influenciados pelas idéias iluministas do século XVIII. A chama republicana seria encontrada também na Conjuração Baiana (ou Revolta dos Alfaiates), porém com menos intensidade, face a ter sido um movimento de origem humilde.
Por que nós ficamos sendo monarquia na ocasião da Independência?
Uma burocracia aqui se estabeleceu com a transmigração da corte de D. João para o Brasil, e com sua permanência adquiriu privilégios. Estes interesses burocráticos, ao se aproximar a emancipação brasileira, vislumbrada através de fortes indícios, levaram os privilegiados do regime instituído a defender uma situação tal que não os arredasse desta posição. As célebres palavras de D. João VI a seu filho D. Pedro, acerca da possível separação do Brasil, denotavam os interesses portugueses que deveriam prosseguir existindo, ligados e defendidos pela relação pai-filho. Estas palavras, plenas de conteúdo, também indicavam a D. Pedro a opção monárquica, ao invés da republicana que dominava na América.
Como era de se esperar, apoiado pelo Partido Brasileiro de José Bonifácio de Andrada e Silva, D. Pedro fez a Independência do Brasil e através da Carta outorgada em 1824 ficou estabelecido o regime monárquico representativo.
Evitava-se um salto político brusco, unindo-se preceitos conservadores com o liberalismo. Se os demais países americanos obtiveram a república junto com sua emancipação política, nenhum fora, como o Brasil, reino unido à sua antiga metrópole.
Em Pernambuco, o ano de 1824 trouxe nova revolução, a Confederação do Equador, em verdade uma extensão da insurreição de 1817. Seria ela uma república a se implantar no Nordeste.
Se nas primeiras décadas do Império ele esteve, realmente, ameaçado politicamente, foi a partir da abdicação de D. Pedro I em 7 de abril de 1831, em favor de seu filho menor, D. Pedro de Alcântara.
Tendo o Brasil a necessidade legal de ser governado por regentes, mergulhou, em conseqüência, na chamada “experiência republicana” (1831-1840).
Dizia a Constituição de 1824 que, naquela situação, o poder moderador deveria ser exercido por uma regência trina eleita pelo legislativo. Para cumprir este dispositivo tivemos as regências trinas provisória e permanente. Entretanto, acatando interesses dos liberais, surgiu o Ato Adicional de 1834, estabelecendo-se como norma a eleição de um único regente. Estava, pois, o Brasil, diante de práticas eminentemente republicanas, com a eleição do seu chefe de estado, o regente.
Por que então não se tornava o Brasil uma república?
O período regencial aproximou-nos bastante da república, no entanto, ainda em 1834, os interesses burocráticos, que levaram o país à monarquia, predominavam. Os proprietários de terras e de escravos da região sudeste estavam ainda vinculados à burocracia imperial e eram econômica e socialmente dominantes. A mesma região sudeste, que quisera a monarquia em 1882 e que em 1831 e 1834, freou a possibilidade de nos tornarmos republicanos. Explica-se então por nem a Sabinada na Bahia, nem a Revolução Farroupilha, ambas com ideais republicanos, lograram sucesso.
A “experiência republicana” terminou com o Golpe da Maioridade de D. Pedro II em 1840, que assumiu o poder moderador e afastou a possibilidade de adoção de outra forma de governo. Iria preponderar, de uma vez por todas, a cafeicultura do Vale do Paraíba, que depois se lançaria rumo ao Novo Oeste Paulista (Itu, Campinas, Sorocaba, Jundiaí etc).
Obviamente, só quando os interesses econômicos do Sudeste cafeicultor fossem feridos, pensar-se-ia em mudar o regime.
A revolução Farroupilha, que, apesar do nome, foi levada a efeito por ricos produtores de charque, não teve êxito justamente por estar o centro do poder no Sudeste. Até mesmo o progresso industrial intentado por Mauá na segunda metade do século XIX, iria ser obstaculado por este mêsmo segmento econômico-social, temeroso de possíveis prejuízos advindos da desconhecida industrialização.
O que mudou no Brasil para que adviesse a República?
Foi uma evolução relativamente lenta e lógica, onde os interesses econômicos nortearam os políticos.
Vivia a Nação, na segunda metade do século passado, o apogeu do Império, onde era exercido o “parlamentarismo às avessas”.
Neste diferentemente do clássico, o Imperador escolhia o Conselheiro1 que, forte e centralizador, controlava as eleições para o legislativo. Estas, via de regra, eram repletas de fraudes e censitárias2. Não existia, no Brasil, democracia, e sim liberalismo político. Naquela há o sufrágio universal; neste o voto dos proprietários.
1. Espécie de primeiro-ministro.
2. Somente os proprietários (de terra e escravos) votavam.
A inexistência de democracia foi a bandeira maior usada pela propaganda republicana.
A monarquia começou a sofrer choques com a Guerra do Paraguai (1864-1870), sendo com o término desta localizado o início do ocaso.
Por quê?
Os oficiais que lutaram nessa guerra travaram contato com o regime republicano dos países vizinhos. Muito embora este fato não seja a essência do processo, nele influiria. O fundamental é o surgimento formal da idéia de república no Brasil através do Manifesto Republicano de 1870, redigido pelo paulista Quintino Bocaiúva.
A quem interessaria a república?
Os imediatos interessados eram os “barões do café” do Novo Oeste Paulista, pois dominava entre eles o ideal federalista, que daria autonomia à província de São Paulo, livrando-os da monarquia unitarista. São Paulo tinha o poder econômico e queria, agora, o poder político.
É na mesma época que começa a desmoronar, lentamente, o regime escravocrata.
Em 1871, surge a lei do Ventre Livre, que buscava, em verdade, apenas retardar a abolição. A escravidão era a base econômica da monarquia e no momento em que a escravidão entrou em decadência, o Império começou a claudicar.
Quando em 1888, finalmente a Lei Áurea aboliu a escravidão, deu também fim ao Império. Cita-se o diálogo entre a princesa Isabel e o barão do Cotegipe em que S.A. lhe pergunta: “Então, Barão, consegui, ou não, abolir a escravidão?”, ao que ele responde: “A Srª conseguiu, mas por causa disto vai perder a Coroa”.
A junção de dois eventos, quais sejam a promulgação da lei Eusébio de Queirós (1850), abolindo o tráfico negreiro e as guerras da unificação alemã e da italiana, teria proporcionado o surgimento, no Brasil, mais precisamente no Oeste Paulista, do trabalho remunerado do imigrante, que se mostraria muito mais produtivo que o escravo. Este efeito atuaria sensivelmente na motivação dos “barões do café”.
Podemos inferir que, bem antes da Lei Áurea, a escravidão já não atendia aos interesses de quem detinha o poder econômico nacional - o Oeste Paulista, exportador de café. Por outro lado, a abolição irritaria um outro segmento importante - o do Vale do Paraíba, carente de mão-de-obra negra.
O Exército Brasileiro, por seu lado, já havia, por vezes, demonstrado seu sentimento abolicionista, como na homenagem prestada pelo Tenente-Coronel Sena Madureira, então comandante da Escola de Tiro de Campo Grande, ao jangadeiro cearense Francisco Nascimento, abolicionista como ele. Foi demonstrado ainda pela recusa dos oficiais em perseguir negros foragidos, por não se considerarem “capitães-do-mato”.
A campanha republicana foi uma extensão da abolicionista, e nela encontram-se verdadeiras incoerências, em função dos interesses existentes. É o caso, por exemplo, da caminhada republicana, ombro a ombro, realizada por “barões do café” do Vale do Paraíba e oficiais do Exército. Os primeiros foram escravocratas convictos até 1888, enquanto que os militares, desde muito, abolicionistas. Unia-os a oposição ao Império que desmoronava.
A proclamação da república em 15 de novembro de 1889 foi uma coligação de forças entre a Igreja, atingida pela chamada Questão Religiosa, os proprietários de terra, feridos pela Abolição da Escravatura e o Exército, ofendido ao longo da Questão Militar. Enquanto a Igreja e os grandes proprietários atuavam no campo psicossocial e econômico respectivamente, o Exército era a instrumentalização dos interesses dos três. Todos sabiam que somente através da força militar poderia haver uma mudança abrupta do regime.
No dizer do General Olympio Mourão Filho, a República é fruto de uma gota militar. (MOURÃO FILHO – 1978, 17)
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QUE PAÍS É ESSE?
LAPIDANDO O DIAMANTE, QUE É VOCÊ MESMO!
A única coisa que fará de mim um vencedor é a convicção que está dentro de mim. Para tanto, a primeira atitude é tomar uma decis...
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Como posso me arvorar a entender de medicina, se não sou médico? Como posso propor melhores soluções para a construção de uma ponte, se não...
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“Perante Deus, o homem é responsável pelo seu pensamento. Somente a Deus, sendo possível conhecê-lo, Ele o condena ou absolve, segundo a Sua...
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Segundo o dicionário Michaelis Liberdade, entre outras acepções, é: 1 Estado de pessoa livre e isenta de restrição externa ou coação física ...