02 setembro 2015



DIÁRIO DE UMA VIAGEM PELA PENÍNSULA IBÉRICA

(Palácio de Queluz)

Crônica de uma feliz viagem a Portugal e Espanha.

II


Prosseguindo....
No segundo dia a missão era explorar a região de Lisboa e arredores. O início do passeio nos permitiu vislumbrar todo o modernismo da capital portuguesa,
observando o progresso por todos os lados. Saímos da cidade rumo a Queluz e seu palácio famoso. 

O acervo histórico é digno de qualquer grande museu do mundo 

e os jardins são deslumbrantes e imensos à semelhança dos franceses.
É muito menor, mas chamado vez por outra de "o Versalhes
 português". O Palácio Nacional de Queluz é um palácio do Sec XVIII,  localizado na cidade de Queluz no conselho de Sintra no distrito de Lisboa.

De Queluz partimos para Sintra, vila maravilhosa que cativa ao simples ver.
A natureza abusa de ser generosa com a região e a torna apaixonante.
Na visita chegamos a uma área bem turística,



 onde não se pode deixar de comer as queijadinhas, mormente as da confeitaria Piriquita
 e visitar o Paço da Vila de Sintra, próximo dela.

Enquanto a estrada do Guincho, de excelente qualidade, serpenteia, mostra uma equilibrada mistura de feliz concepção com natureza e construções típicas da serra portuguesa,

embora se possa perceber aqui e ali a modernidade presente. Resumindo: ainda sonho lá morar....

Descendo a serra, percorrendo a costa atlântica


vamos a Cascais,
uma vila no distrito de Lisboa e uma antiga aldeia de pescadores, onde pude degustar as autênticas sardinhas portuguesas e beber uma deliciosa cerveja.




Para retornarmos a Lisboa, continuamos pela estrada ao longo da costa do Estoril, avistando seu famoso cassino, um dos mais prestigiados de toda a Europa.
 No city-tour em Lisboa, só tivemos a confirmação da imagem que tomava lugar em nossas cabeças: uma cidade espetacular e convidativa.

E fomos visitando a Torre de Belém, uma fortaleza que está intimamente ligada à História de Portugal, construída no século XVI;
o Padrão dos Descobrimentos, monumento moderno (1960), construído no local de onde partiam as famosas caravelas portuguesas em busca de novos mundos
e o Mosteiro dos Jerônimos, impressionante construção erigida a mando de D. Manuel I com sua belíssima igreja.
Após a visita, obrigatoriamente caminhamos em direção a degustação dos autênticos e famosíssimos pastéis de Belém.
Se eles são deliciosos o penetrar na padaria que os produz torna-se uma aventura, onde se faz uma incursão numa verdadeira Torre de Babel, tamanha a diversidades de nacionalidades dos turistas. O prosseguimento foi um recorrido pelo Bairro de Alfama (ainda com aspecto medieval), Baixa Pombalina, bairro reconstruído por Pombal, após o terrível terremoto de 1755, Praça do Comércio, já visitada na véspera e linda de se ver inúmeras vezes,


Praça dos Restauradores, em homenagem a restauração da independência, Avenida da Liberdade com seu luxo a cada loja de grife e a Praça Marquês de Pombal, também visitadas na véspera, mas lindíssimas.

Ufa!!!! Retorno ao Sheraton.
Bem, mas como turista não se cansa (será?), à noite fomos jantar

no restaurante João do Grão, recomendado à exaustão, ainda no Brasil. Trata-se de um restaurante tradicional, situado bem no coração de Lisboa, fundado por uma família de origem galega, na rua. dos Correeiros 222, paralela à rua Augusta. O seu Bacalhau na Brasa é inesquecível e podem tomar o vinho da casa, pois desce muito bem. Não se pode perder o programa.
O dia de amanhã reserva novidades!



29 agosto 2015

DIÁRIO DE UMA VIAGEM PELA PENÍNSULA IBÉRICA


Crônica de uma feliz viagem a Portugal e Espanha.


I

Que há de mais gratificante do que transformar sonhos em realidade?

Eis que plasmei minha doce quimera de pisar em solo europeu finalmente. Meu desejo antigo sempre foi alimentado pela expectativa de caminhar em meio à cultura viva, respirada a cada esquina, vivenciada em cada recôndito envelhecido por muitos séculos.
Qual a real finalidade desta coletânea de textos, abordando uma viagem a Portugal e Espanha? Logicamente, essa viagem já foi empreendida milhões de vezes por brasileiros de todas as idades. Surgiu, justamente, no momento em que, em mídia social onde postei fotos dela, dois amigos pediram-me “dicas” que os facilitasse na montagem de trajeto semelhante. Longe de mim qualquer viés vaidoso, até porque ela não é mais de difícil consecução financeira ou prática.
E, assim, deixamos o Brasil plenos de antevisões esplêndidas, na busca de premiar a alma com visões magníficas que, de alguma forma estariam ligadas a nossas vidas. Partimos para Lisboa.

Uma viagem pela TAP, longa, mas tornada agradável, em função da solicitude e esmero do serviço de bordo: tripulação prestimosa e comidas gostosas. Nove horas e meia rumo nordeste  o que culmina (muitas das quais sobre o Mar Tenebroso, o Atlântico) com quatro horas a mais por força dos fusos horários acrescidos de uma hora de horário de verão.
Chegamos a Lisboa ao amanhecer, indo para o Hotel Sheraton. A passagem pela alfândega e pelos atropelos clássicos de chegada a um país estrangeiro não foi nada do outro mundo, pois o brasileiro tem tratamento diferenciado, assim como os demais oriundos de países de língua portuguesa, em Portugal, além da estrutura aduaneira lusitana ser eficiente. O cansaço dominava a todos, pois, no avião o sono não consegue ser plenamente recuperador. Estávamos na nova realidade de quatro horas defasados da hora de Brasília. Entretanto uma necessidade se impunha: não podíamos, ainda, ocupar nossos quartos no hotel (isto foi negativo na programação), pois o “check in” seria ao meio dia e, ainda, era o início da manhã. Que fazer? Como bons turistas, partimos para aproveitar o tempo e dirigimo-nos ao Centro de Lisboa, já nessa altura tomado por uma multidão de turistas de todas as partes.
Deu para perceber uma predominância de alemães, brasileiros e asiáticos. O Centro histórico fervilhava. A bordo de confortável taxi lá fomos nós (Mercedes Benz), percorrendo a Pça Marquês de Pombal, onde está a agência do Banco do Brasil, Av da Liberdade,
repleta de lojas de griffes internacionais e chegamos ao Rossio.

Respirávamos, finalmente, Lisboa.
A pé, fomos passeando pela rua Augusta, uma alegre rua de pedestres, totalmente, tomada pelos turistas principalmente. Ao final, atravessamos o Arco da Rua Augusta,


 majestoso monumento que nos lança no Terreiro do Paço,



vendo, ao longe a famosa e exuberante Ponte 25 de Abril, cruzando o Tejo que deslizava imponente na nossa frente.
O cansaço da noite mal dormida, acrescida das quatro horas de fuso, agindo no organismo atuava forte em todos. Ainda, conseguimos saborear alguns pastéis de bacalhau, que na verdade são nossos bolinhos de bacalhau em requintada lanchonete ( como de resto, todas o são no Centro).


Almoçamos no Chiado em um restaurante aos pés do Elevador de Santa Justa.

Depois, retorno necessário ao hotel para curtir um imprescindível descanso.



À noite, somente atravessamos a avenida para um jantar simples no shopping fronteiriço no luxuoso Saldanha, nosso bairro. Aliás, como destaque, tive de comprar um casaco leve, pois o verão português nos surpreendeu com vento gelado, tornando o clima mais frio que o inverno carioca. Finalizávamos nosso primeiro dia em solo europeu.

Depois tem mais....

18 agosto 2015




CRISE MORAL BRASILEIRA
Ivan Cosme de Oliveira Pinheiro
Sempre que analisamos uma crise em um país, atentamos para os campos do poder econômico, político ou militar, deixando de lado o psicossocial, invariavelmente afetado nessas.
O Brasil vive um momento incomum, a meu juízo, em que a maior crise que nos assola está localizada, basicamente, no campo psicossocial.
Por quê?
Ao contemplarmos de maneira bem ampla o desempenho generalizado de nossa população, vamos observar uma sociedade eivada de atitudes contrárias aos melhores costumes que indicam um desenvolvimento social e humano promissor.
Obviamente, a todos são mais perceptíveis os óbices políticos e econômicos, quer pela natural visibilidade de ambos, quer pelo modo direto que nos afeta. Entretanto, ao ampliarmos nossa observação e descermos aos detalhes da vida cotidiana do povo constataremos uma gama imensa e de caminhada progressiva de valores incorretos e mesmo invertidos na cultura brasileira. A tal monta e generalização esses valores foram conspurcados que nos passam por normalidade e são, a cada dia, independente de sua gravidade nociva, banalizados,
Não procurando dissecar toda uma lista, vamos exemplificar alguns, digamos “maus hábitos” nossos. Não é mais possível admitir que, de maneira, anti-higiênica e incivilizada, nossas cidades convivam com montanhas de lixo acumuladas em qualquer local, indiscriminado e irresponsavelmente escolhido pela população. Via de regra, o critério de escolha desses locais passa, inicialmente, pelo afastamento de sua região de circulação e em ato contínuo a preguiça das pessoas e a falta de ação dos órgãos públicos responsáveis se incumbem de criar a nova e impactante lixeira indevida.
Movendo a observação, teremos de focar, sem muito esforço, o trânsito de nossas ruas e estradas. Dentro de uma ótica totalmente irracional e maléfica, grande número de brasileiros fazem do nosso trânsito uma área de imposição de suas vontades, necessidades e desejos, cometendo verdadeiros crimes, a todo instante, enquanto  conduzem seus veículos. Esses maus cidadãos se comportam como se regras sociais e leis não mereçam qualquer tipo de atenção e obediência, ignorando, ao seu lado, outro cidadão em pleno gozo de seu direito de ir e vir, diga-se de passagem, legalmente constituído. E lá vão eles pelos acostamentos, contramãos de ruas, espaços restritos selecionados para determinados veículos, que não o seu ou, ainda, invadindo faixas de pedestres e avançando sinais, em comportamentos criminosos, quando não assassinos.
O brasileiro, via de regra e em grande proporção, se julga no direito de colocar seus desejos (e não direitos) acima de qualquer coisa. Permite-se à busca incansável de levar vantagem em todas as situações e momentos. Dentro desse escopo, a corrupção (corruptores e corrompidos) surge como mais uma atualmente, onipresente mazela nacional. Não é difícil imaginar como ela se espalhou em nossas vidas nas mais variadas gradações, mas todas perniciosas. O mundo atravessa uma fase em que o “ser” deu lugar ao “ter”, mercê da generalização impositiva do livre comércio. O lado interior das pessoas não conseguiu acompanhar os estímulos à conquista material. A todos foi sinalizado que o “ter mais” é e deve ser o valor predominante. Até o conhecimento, anteriormente forma de distinção, hoje objetiva o poder material. A tal ponto se faz essa procura que até se esquece de que a vida é finita e se chega à morte, buscando acumular mais riquezas. Acresça-se a isso que nós brasileiros somos dados a certo “ser dono da verdade” que a tudo justifica, mormente, se aliado ao nosso traço marcante de ser o primeiro ou o maior em tudo que for possível. Nossas disputas pelo poder chegam às raias das religiões que, em nome de Deus, pugnam por lideranças e primazias, olvidando a missão maior de ligar as pessoas antes que afastá-las. Este quesito não é uma especialidade nacional.
Temos alguns problemas sérios a serem superados, destacando-se nossa insipiente educação institucional (que as elites insistem em não valorizar de fato e sim em discursos), nossa carente formação civilizatória (desprezada desde a infância) e nossa tendência ao descompromisso e indisciplina (talvez forçados por componentes étnicos).
Nossa política (e nossos políticos, por conseguinte) busca acima de tudo, maior parte das vezes, objetivos, totalmente, divorciados da causa democrática e legal de atingir o bem comum. Transmuta-se em ferramenta empresarial de enriquecimento daqueles que um dia se disseram, no momento eleitoral, defensores das causas populares. O povo, cada vez mais, é massa de manobra e só. Justifica-se, aí a verdadeira necessidade dos políticos brasileiros, em sua maioria, de mantê-lo na ignorância cúmplice para a conquista e manutenção do poder.
Como mudar?
Há que se ter uma determinação férrea para alcançar, sabe lá Deus quando, um desenvolvimento desejável dessa Nação. Que se pode vislumbrar como caminho de redenção moral (esse é o mal maior, a meu juízo) é um planejamento ajustado em que as Instituições permanentes do país se esforçarão, diuturnamente, para educar, na mais estrita acepção da palavra, toda essa população. Uma educação ampla, seja curricular, seja extracurricular, voltada para civilizar a todos, com ordem, buscando progresso. Temos que ter uma mídia consciente de seu papel primordial de levar valores positivos ao povo e não àqueles que interessam, doutrinariamente, a parcelas ideológicas e sectárias da Nação.
Uma grande verdade sobreleva.
O grande responsável pelas mudanças que se impõem é o povo, que, cristalinamente, é o grande beneficiário do resultado final a ser alcançado. A meta longínqua será atingida quanto maior for seu empenho, seu discernimento, seu crescimento e sua vontade como Nação politicamente organizada.
Sabemos que crescemos na dor e, hoje, está doído viver nesta Terra de Santa Cruz.
A hora é agora!

Ivan Cosme de Oliveira Pinheiro é coronel do Exército Brasileiro e diretor de Comunicação Social do Clube Militar e professor universitário.

22 outubro 2014

“O POVO QUE NÃO SABE HISTÓRIA REPETE ERROS!”




Dói ver que a falta de informação histórica leva, principalmente, a juventude, a ser enganada em seu idealismo natural, cometendo o erro de acreditar nas mentiras que a esquerda tem plantado. Não que as idéias propagadas não sejam elogiáveis, desejáveis, mas sim porque na mão (seria mais preciso: na boca) dos seus políticos essas idéias são simples falácias para cooptar os eleitores.
A esquerda, historicamente, e no Brasil com extrema facilidade, usa a máxima de que “os fins justificam os meios”. Daí mentirem desavergonhadamente, iludindo a boa fé dos desinformados e dos idealistas.
O pleito eleitoral de 2014 chega ao seu final no domingo próximo, mas, ainda, é tempo de se buscar nos bons compêndios de História como as esquerdas atuaram pelo mundo afora. Aliás, sem nunca chegarem a um final de sucesso, mesmo quando venceram, e sempre não produzindo o que prometeram.
O cenário político nacional do momento nos coloca diante de dois candidatos, embora a maioria do povo não creia, da esquerda. PSDB e PT se dizem a favor da “prevalência do trabalho sobre o capital, buscando a distribuição equilibrada da riqueza nacional entre todas as regiões e classes sociais” – lemas inequívocos esquerdistas.
Entretanto, tal é o radicalismo petista, que, mesmo de forma enganosa, afirma o candidato tucano como representante do conservadorismo, que, por sinal, não é sinônimo de coisa ruim, nem de atraso desenvolvimentista.
Em verdade, o que o PT busca é, em prazo mais curto possível, assumir sem seus coadjuvantes atuais, os destinos desse País, mantendo a qualquer custo o poder.
Muitos são os iludidos, mas penaliza mais ver os que carentes de experiência de vida acreditam nas promessas eleitoreiras que flutuam ao sabor dos interesses demonstrados. Obviamente, além desses, há aqueles que nutrem interesses de ganho qualquer ou de uma ascensão sócio-econômica fácil nas ondas da ideologia. Outros há que ali vão buscando suprir suas frustrações de ordens pessoais diversas.
Tudo isso a História patenteia para quem a busca com intuito de saber a verdade, não contada pela boca dos arautos vermelhos.
Aos brasileiros de todos os rincões e matizes cabe definir o que querem do futuro deste Brasil!



QUE PAÍS É ESSE?

LAPIDANDO O DIAMANTE, QUE É VOCÊ MESMO!

      A única coisa que fará de mim um vencedor é a convicção que está dentro de mim. Para tanto, a primeira atitude é tomar uma decis...