12 setembro 2015



DIÁRIO DE UMA VIAGEM PELA PENÍNSULA IBÉRICA



Crônica de uma feliz viagem a Portugal e Espanha.


IV

Como dizia, o Porto, segunda maior cidade portuguesa, situa-se na margem direita do rio Douro, e está onde teria início o atual Portugal. Localiza-se na porção Norte do território português. 

Percorrendo a estrada AE-1, de excelente e invejável construção, chegamos de Coimbra ao Porto num domingo à tarde. A chegada nos lança logo a ideia de quão moderna é a cidade, mormente porque fomos para o Sheraton Porto Hotel & Spa,
localizado em um dos bairros nobres da cidade.
O cansaço era grande, tendo em vista que tínhamos visitado, desde Lisboa: Óbidos, Batalha, Fátima e Coimbra, num recorrido que foi maravilhoso, mas desgastante. Requeria mais tempo de visitação, mas....assim não foi.
A hora que chegamos nos impedia de qualquer grandes tentativas de empreender arroubos turísticos. O hotel, por seu conforto convidava para o descanso, mas, mesmo assim, resolvemos pegar um táxi e partir para um ......shopping, que, como qualquer outro apresenta as facilidades de refeição e a incrível, sensação impressionante de semelhança,
de estar em casa, embora apresentando peculiaridades interessantes e diversas das nossas. Um detalhe a acrescentar, o taxi usado, tomado à porta do hotel, era um Mercedes novíssimo e descaracterizado... um luxo! Surpresa? A volta foi a bordo de um BMW!!!!

Após o café da manhã fomos fazer um city-tour pela cidade, que é classificada como Patrimônio Mundial pela UNESCO. Não longe do hotel, pegamos a sofisticada e requintada Avenida da Boavista que apresenta residências e edifícios luxuosos,




terminando no oceano Atlântico, próximo à foz do Douro. Já aquela hora, algumas pessoas desfrutavam de banho de mar, embora a praia não seja apetitosa como as nossas de areia clara.

Dali saímos a costear pelo Sul (Av Montividéo), buscando o Centro do Porto.
Chegamos, em passeio agradável ao estuário do Douro e prosseguimos pela sua margem direita direção ao Centro. Do outro lado do rio, víamos Vila Nova de Gaia, a cidade irmã. Foi curioso ver a arquitetura das casas, bem característica.





Podemos destacar nesta fase a Igreja da Lapa, a Sé,


a  Torre dos Clérigos,
bem como a vista permanente do rio e suas pontes (destaque para a da Arrábida).

Após a circular pelo Centro, fomos conhecer uma cave de vinho do Porto na beira rio, quase sob a Ponte D. Luís,

onde recebemos diversas explanações acerca.desse produto português de exportação e o degustamos. Dali o grupo se dividiu,

indo alguns fazer um charmoso passeio de barco pelo Rio Douro, enquanto outros, como nós, resolvemos explorar a pé o Centro do Porto.
Nossa passada pelo Centro foi muito interessante. Começamos por almoçar pescado no centro nervoso da cidade, próximo a famosa rua Santa Catarina.
Após o almoço, descemos por ela, estivemos no charmoso Café Majestic, tido como um dos 10 mais belos do mundo (uma Colombo portuguesa),
visitamos o Shopping Catarina,
entramos no conhecido Mercado do Bolhão


e, literalmente, perambulamos pelo Centro do Porto, degustando um clima maravilhoso e movimentado. Aí fomos parar, agora a pé, na igreja da Sé,



na Torre dos Clérigos


e na Estação de São Bento.




Bares, padarias e restaurantes são inúmeros e tivemos oportunidade de experimentar o que é fazer um lanche num deles.

Após muito perambular, resolvemos retornar ao hotel de metrô, numa das decisões mais bem sucedidas da visita ao Porto.




Tomamos o metrô na estação São Bento,

fizemos a baldeação na de Trindade e seguimos para nosso destino a estação de Francos. Até aí, tudo bem. A agradável surpresa foi constatar que o bilhete era comprado em máquinas (de notas ou moedas), validado noutra maquineta e  permanecia conosco, pois lá não existem nem catracas, nem agentes fiscalizadores, ficando por conta dos usuários o compromisso de fazer o certo do embarque  ao destino. Há que se dizer que se, porventura, uma fiscalização qualquer surpreender alguém sem o bilhete ou com o mesmo sem validação, terá de pagar multa de 50 euros.

Chegamos ao hotel e, cansados descansamos, seguindo, à noite, novamente a bordo de um Mercedes para o Norteshopping, 
relativamente, próximo ao Sheraton.

Depois...descanso, pois no dia seguinte: Espanha, não sem antes passar por Braga e Valença do Minho.

07 setembro 2015

DIÁRIO DE UMA VIAGEM PELA PENÍNSULA IBÉRICA




Crônica de uma feliz viagem a Portugal e Espanha.


III

Lisboa ficaria para trás, deixando em todos as melhores sensações por ter estado em uma cidade tão cativante.
Hei de voltar!
Após o café da manhã, ainda percorrendo Lisboa em direção ao Norte, pegamos excelente estrada (aliás, como todas percorridas em Portugal e Espanha) em direção a Óbidos,
uma vila medieval com ruelas e praças pequenas muito bem conservadas.


Consegue nos remeter ao passado distante e nos situa em tempos outrora vividos por populações carentes dos meios de hoje em dia.

É necessário que se diga que descrever um passeio desses é muito difícil, requerendo de quem lê muita capacidade de vislumbrar as paisagens.




Espero que as fotos ajudem. A velha história da comparação entre as palavras e as imagens. Em Óbidos, pudemos a pé percorrer esse cenário antigo, deslumbrando-nos com a conservação disponibilizada ao monumento que é a cidadela.




De volta ao recorrido, partimos para Batalha, de que confesso, até então, não saber muito do que, de fato, representa na História de Portugal.






O mosteiro foi erigido para comemorar a vitória portuguesa em Aljubarrota em 1385. Lá está sepultado o Infante D. Henrique, “O Navegador”. Trata-se de uma obra-prima em arquitetura gótica
de impressionante beleza e profunda magnificência. Não sei se propiciado pelo ofício religioso que acontecia quando lá chegamos,
foi um momento marcante da viagem pleno de emoção.

Era um dia quentíssimo do verão europeu e partíamos, então, para um dos locais de visita ansiado por todos: Fátima.







Inicialmente, um almoço, adredemente, agendado (por sinal, foi o único vinho “da casa” que me ofereceram e não gostei muito – talvez em função do calor reinante) para que ficássemos, totalmente, voltados para a visitação ao Santuário.
Aqui uma digressão válida: a estrutura disponível para turistas em Portugal é estupenda, atendendo a tudo que desejamos com eficiência; há o que se copiar.
Em Fátima, assim como o clima religioso existente, tudo é grandioso, tudo é vasto... e o calor era enorme naquele dia!

No local onde Nossa Senhora apareceu aos irmãos há uma capela onde, permanentemente, missas são rezadas;

próximo, um imenso local permite aos fiéis acenderem com segurança suas velas em preces de agradecimento e pedidos. Atravessando o imenso pátio nos dirigimos ao Santuário, que estava em obras, mas que, ainda, assim, a quem desejasse como eu, visitasse os túmulos de dois dos três irmão que presenciaram a aparição da Virgem Maria.

Há qualquer coisa de Aparecida do Norte no ambiente em geral. Realmente, o que esperava de um dos maiores locais de peregrinação do mundo.
Uma visita para nunca mais sair da memória!
Partimos então para outro monumento histórico português: Coimbra.


Terra de reis e antiga capital de Portugal (até 1256); entretanto, o que mais lhe dá notoriedade, possivelmente seja a mais antiga universidade do País, fundada em 1290 pelo rei D.Dinis, às margens do rio Mondego.
Na Universidade podemos vislumbrar toda a magia que a envolve e o orgulho de seus alunos;
podemos entrar em sua famosa e rica biblioteca barroca, outrora uma prisão, o que lhe dá um aspecto peculiar e repleto de história, cercada por paredes super grossas.
A cidade de Coimbra convida a todos a lá residirem, tamanha a singeleza e beleza existente.



Apaixonante!

Rumo ao Norte, ainda, o Porto nos aguardava em fim de jornada diária. Um domingo inesquecível!


O Porto, segunda maior cidade portuguesa, situa-se na margem direita do rio Douro, e está onde teria início o atual Portugal, originário do Condado Portucalense, em função dos dois iniciais povoados romanos da região junto à foz do Doiro no Atlântico: Portus e Cale (dando Portucale). Aliás, essa localização privilegiada proporcionou o crescimento exponencial da cidade do Porto, totalmente, ligado ao comércio marítimo.

Novas emoções por vir.


QUE PAÍS É ESSE?

LAPIDANDO O DIAMANTE, QUE É VOCÊ MESMO!

      A única coisa que fará de mim um vencedor é a convicção que está dentro de mim. Para tanto, a primeira atitude é tomar uma decis...