13 janeiro 2018

NATAL IMPERIAL



Sábado, 6 de janeiro de 2018, Dia de Reis, aspecto sombrio de um dia
de chuva que já lavam o Rio de Janeiro há algum tempo e lá vamos nós
presenciar o último dia do chamado Natal Imperial, uma produção excelente da
prefeitura de Petrópolis na serra fluminense.
Inicialmente, uma viagem sem grandes perspectivas, não gerando
qualquer expectativa diferenciada. Entretanto, acabou se revelando um fim de
semana da melhor qualidade.
Partimos em micro-ônibus fretado de Niterói. A serra sempre se revela
agradável aos olhos e fomos desembarcar no famoso Quitandinha,
logo após
ultrapassarmos o Portal da Cidade Imperial. Mercê do conhecimento de um
guia ficamos sabendo de toda a história daquela magnífica construção da
década de 40 do século passado, obra idealizada por um visionário empresário
mineiro, Joaquim Rolla, cuja construção se iniciou a partir de 1941 para ser um
luxuosíssimo cassino.
Paisagem fronteiriça

Entrada 1

Entrada 2

Hall de recepção 1

Hall de recepção


Teatro
No hall

Poltronas da época

Cozinha 1

Cozinha 2

Salão de bailes

Gaiola de pássaros nativos nacionais

Salão de conferências

Grande espelho decorativo


Lustre monumental

Escritório de correspondências
Nele tudo é deslumbrante e feito, como disse o guia, sem pensar em
preços e gastos.
Pista de gelo para esquiar
Foi uma manhã de suntuosidade e muitas recordações da minha parte.
Dali partimos para a Pça Liberdade, onde almoçamos e visitamos a
Casa de Santos Dumont, deixando que as mulheres fugissem para a rua
Tereza e exercessem o passatempo predileto: compras.
Da minha parte, eu e um amigo de viagem resolvemos visitar a Bohemia


e degustar chopes que só lá são vendidos…maravilhosos!!!
À noite, saímos, finalmente, para ver o Natal Imperial.



A cidade como um
todo era um festival de luz, que bem pudemos observar. A ideia, logicamente,
baseada no Natal de Luz de Gramado, RS, é ótima e nos foi explicado que
pretendem desenvolvê-la ano a ano em busca da perfeição. Para primeira vez,
me pareceu muito boa, tendo muitos detalhes a corrigir. Depois do espetáculo
sonoro-luminoso, de volta ao veículo, fomos visitar o Quitandinha, agora todo
sob efeito das luzes multicoloridas e dinâmicas,






assim como toda a área em
que se situa num espetáculo esplendoroso e gostoso de ser visto pela multidão
que lá se encontrava.

A manhã de domingo foi reservada aos passeios livres. Inicialmente,
podemos assistir à missa na igreja do Sagrado Coração de Jesus,






vizinha à
pousada e que nos reservou uma surpresa agradável com seu interior
lindamente pintado e ornamentado.
Depois, sob chuvisco,
partimos para
admirar o Palácio de Cristal,


ainda mostrando indícios de sua participação no
Natal Imperial.
A hora de retorno do passeio se aproximava, não sem antes podermos
degustar o almoço no restaurante da Bohemia e apreciar, mais uma vez os
seus chopes deliciosos.
Retorno à Pousada do Dom, que merece algumas palavras. Primeiro
pela acolhida maravilhosa que presta aos seus hóspedes, cercando-os de
carinho e gentilezas e segundo que se trata da primeira embaixada do Japão
no Brasil, pois na época imperial elas podiam se localizar em Petrópolis. Esse
fato faz com que a construção seja tombada pelo patrimônio histórico e muito
bem conservada, além de ter ambientes com motivos japoneses e com o apoio
daquela nação amiga.




Só nos restava voltar a Niterói, retemperados pelo final de semana
agradabilíssimo que tivemos…serra abaixo, fomos nós!

28 maio 2016

PASSEANDO PELO SUL II



II Montevidéu



Após viajar a noite toda, chegamos ao porto de Montevidéu. O Uruguai sempre me foi bastante simpático, recebendo aos brasileiros de maneira fraterna, até porque notamos ser uma extensão gaúcha, falando espanhol. Do porto subimos ao Centro da capital uruguaia, indo ter ao monumento do Gen Artigas, herói do Uruguai.



Um fato atrapalhou, mas não impediu a vontade de sempre das mulheres, as compras: era feriado, Dia de Reis. Havia, ainda, um pequeno número de lojas abertas.




Passamos a percorrer o Centro, um pouco deserto, começando pelo Monumento do herói Artigas.



Em seguida descemos uma rua repleta de lojas e que terminava em uma atraente feira de artesanatos.



Tudo convidava às compras, mas há necessidade de poupar os dólares , pois muito havia, ainda, a requerer nossas economias.













Contratamos uma van para nos levar a um “recorrido” pela cidade, já que, como disse anteriormente, o tempo de quem faz um cruzeiro, sempre é pequeno quando em terra.
Chegamos, inicialmente, ao Congresso uruguaio, uma edificação imponente, localizada em uma ampla praça. Isto se deu após percorrermos algumas ruas e avenidas da capital, limpas e bem urbanizadas.


Aos maçons, um fato interessante: as duas casas do Congresso, Senado e Câmara dos Deputados, são separadas por amplo salão que recebeu o sugestivo nome de Sala dos Passos Perdidos.

Depois de passear por ali nos dirigimos ao Mercado da cidade, por "sugestão" do motorista. Lá pudemos dar vazão à gula e saborear, também, as conhecidas cervejas uruguais, por sinal, muito boas.


Dali, partimos em busca de conhecer outra parte da cidade e visitar o famoso Estádio Centenário. 




O tempo trabalhava contra o turismo!
Partimos, novamente, nosso "recorrido" pelas ruas de Montevidéu e fomos ter à praia barrenta oferecida pelo Paranazão, na região nobre da capital. Muita modernidade e muitas pessoas aproveitando o feriado nacional.



Daí retornamos ao MSC Lírica, pois muito havia a percorrer, ainda, em nosso cruzeiro.

Rumo a Punta Del Este.

QUE PAÍS É ESSE?

LAPIDANDO O DIAMANTE, QUE É VOCÊ MESMO!

      A única coisa que fará de mim um vencedor é a convicção que está dentro de mim. Para tanto, a primeira atitude é tomar uma decis...