18 junho 2020

VERDADEIRAMENTE PROFESSOR

Um jovem encontra um senhor de idade e lhe pergunta:

- Se lembra de mim? E o velho diz NÃO.

Então o jovem diz que ele era aluno dele.
E o professor pergunta:
- O que você está fazendo, o que você faz para viver?

O jovem responde:
- Bem, eu me tornei professor.

- Ah, que bom, como eu? (disse o velho)

- Pois sim.
Na verdade, eu me tornei professor porque você me inspirou a ser como você.

O velho, curioso, pergunta ao jovem que momento foi que o inspirou a ser professor.

E o jovem conta a seguinte história:

- Um dia, um amigo meu, também estudante, chegou com um relógio novo e bonito, e eu decidi que queria para mim e eu o roubei, tirei do bolso dele.
Logo depois, meu amigo notou o roubo e imediatamente reclamou ao nosso professor, que era você.

Então, você parou a aula e disse:

- O relógio do seu parceiro foi roubado durante a aula hoje.
Quem o roubou, devolva-o.

Eu não devolvi porque não queria fazê-lo.

Então você fechou a porta e disse para todos nós levantarmos e iria vasculhar nossos bolsos até encontrarmos o relógio.
Mas, nos disse para fechar os olhos, porque só procuraria se todos tivéssemos os olhos fechados.
Então fizemos, e você foi de bolso em bolso, e quando chegou ao meu, encontrou o relógio e o pegou.
Você continuou procurando os bolsos de todos e, quando ele terminou, ele disse:
- "Abra os olhos. Já temos o relógio."

Você não me disse nada e nunca mencionou o episódio.
Nunca disse quem foi quem roubou o relógio.
Naquele dia, você salvou minha dignidade para sempre.
Foi o dia mais vergonhoso da minha vida.
Mas também foi o dia em que minha dignidade foi salva de não me tornar ladrão, má pessoa, etc. Você nunca me disse nada e, mesmo que não tenha me repreendido ou chamado minha atenção para me dar uma lição de moral, recebi a mensagem claramente.

E, graças a você, entendi que é isso que um verdadeiro educador deve fazer.
Você se lembra desse episódio, professor?

E o professor responde:
- "Lembro-me da situação, do relógio roubado, que procurava em todos, mas não lembro de você, porque também fechei os olhos enquanto procurava."

Esta é a essência do ensino:
Se para corrigir você precisa humilhar; você não sabe ensinar.
(Autor desconhecido no mundo da internet)

01 abril 2020

DAS AGRURAS AOS PRAZERES

gettyimages*



O mundo mergulhou nas vicissitudes de uma pandemia, a COVID-19, nos transportando às peripécias do pânico mundo afora! As medidas profiláticas e de segurança se avolumam alicerçando os caminhos da cura. Os especialistas ditam as regras, em entrechoques de ideias e conceitos na pandemia paralela de conhecimento. Homens e mulheres se encolhem premidos pelo medo de um fim próximo. No mesmo cenário, coabitam políticos e inescrupulosos, vislumbrando possibilidades de vantagens – o homem na sua expressão mais antiga e nefasta, o egoísmo inerente à espécie.
Nesse ambiente, entretanto, aos argutos, o homem se desnuda para a observação e descoberta de si mesmo. A beira do derradeiro abismo, ainda, pugna por se locupletar a despeito do sacrifício de outrem. O campo da insensatez é imenso e populoso. Assistimos o falsificador de produtos e remédios, às claras, cometer seu crime; acompanhamos o político insensível esquecer a quem deve servir e representar, tratando de alcançar sua metas vazias e pessoais; presenciamos o irresponsável não atender às determinações das autoridades, provocando mais perigo; constatamos alguns empresários criminosos expor o cidadão à sua indomável gula pelo lucro.
A vileza humana assombra a quantos assistirem o espetáculo improvável e indevido.
Por outro lado, quanto, positivamente, essa tragédia mundial nos tem ensinado!
A clausura que estamos vivendo nos faz ver o imenso e verdadeiro valor da liberdade que experimentamos, mas não percebemos; força-nos, ainda, notar o quanto estamos inseridos na Natureza e, por via de conseqüência, como dependemos de sua exuberância e força; como passamos, como por encanto, a descobrir, verdadeiramente, o peso do “ter saúde”; torna-se límpida a percepção de possuir e usar, cada dia mais, aquilo que nos é ofertado, nestes momentos meditativos; o homem começa, agora, a se dar conta que não é tão ocupado quanto pensa sê-lo; começamos a valorizar o que se apresentava, erradamente, como supérfluo, sendo, embora simples, coisas de gritante necessidade, como estar, de fato, com o próximo, dedicar-lhe a devida atenção, respeito, amizade e amor. A Natureza, em seu esplendor, mostra-se, mais atraente, quando, obrigatoriamente, nos enclausuramos e a deixamos recuperar seu espaço e forma. Na calada do momento, refletimos e nosso mortal e incessante estresse, milagrosamente, se apequena.
Realmente, “há males que vêm pra bem!” Novos valores velhos, que adentram ao ser humano, sinalizam o caminho a seguir. Seguiremos? Crescerá em nós a noção da igualdade humana, uma só raça, sujeita às mesmas mazelas e mesmas conquistas?
Temos que ver a nossa Terra sob nova perspectiva! Recomeçar, talvez, não do zero, mas com uma nova energia e, espiritualmente, mais próximo do conhecimento do “a que vimos”.
Não há nada que o tempo não resolva!

19 março 2020

QUE PAÍS É ESSE?


Mapa de Brasil

Esse povo idiotizado deveria perceber nessa perseguição apátrida, pois é contra todos nós brasileiros, que a esquerda que dominava o País, não aceita a derrota, a sua saída do poder onde fazia o que queria e não se preocupava com o Brasil.
Serve para quem não é cego, ideologicamente, ver o que de fato é a esquerda. É internacionalista, corrupta, recalcada e desumana!
Assombra o desempenho da mídia se prestando, nas mãos cooptadas de alguns, a detratar sem análise o governo democraticamente eleito.
Que aprendamos o caminho, pois, ao menos, o presidente eleito, tem o direito de governar, bem ou mal, porque outros passaram e foram, SEGURAMENTE, piores!

10 março 2020

NO DIA DAS MULHERES, ENTRISTEÇO

NOSSO MUNDO AZUL!


"No dia das mulheres, entristeço.

O Brasil inteiro celebra o carinho de Drauzio Varella com uma presidiária trans sexual.
Oportunamente, o foco é que Suzy é trans. E que é presidiária. E que está sozinha. Que por 8 anos não recebeu uma visita. Nada mais se fala. Apenas cria o clima emotivo típico da Globo para chorarmos por criminosos.
E então Suzy recebeu centenas de cartas (inclusive de crianças). Recebeu presentes. Muitos presentes. Em nenhum momento ficamos sabendo que Suzy, a pobre Suzy, na solidão, está presa porque estuprou um menino de 9 anos. Não ficamos também sabendo que, após estuprar,  para que o menino não contasse, Suzy (ou Tadeu) matou o menino. Cruel e friamente. Não nos informaram que foi tudo premeditado e planejado. Não. Nem mesmo que escondeu o corpo até apodrecer.

Também não falaram que Tadeu entregou os restos mortais à família em estado de decomposição. E nem falaram que ele confessou outros estupros. E quem pode saber quantos mais?

Mas Suzy ganhou um abraço. Recebeu dinheiro. Recebeu presentes. Recebeu lágrima de comoção.

A mãe do menino morto e estuprado? Essa? Essa não foi lembrada por ninguém.
Ninguém escreveu cartinha pra ela. Dráuzio não foi à casa dela e não lhe deu um abraço porque ela estava muito sozinha.

A Globo não fez uma matéria sobre como esta mãe se sente sozinha e triste. Ninguém fez vaquinha para ela se reerguer.
Não ganhou presentes.
Afinal, é só uma mulher que teve o filho de 9 anos estuprado e assassinado.

Não é trans. Está na moda o vitimismo de bandidos. Ainda mais se estes se enquadram nos estereótipos preferidos da mídia.

Neste dia das mulheres, que a mãe deste menino receba o maior dos consolos, que seja carregada no colo em sua dor pelo nosso Pai, enquanto nossa sociedade, cheia de hipócritas e manipuladores festeja, comemora e abraça o assassino de seu filho.

Deus olhe por nós. Travamos uma luta do bem contra o mal."
* Um texto circulando na internet

04 março 2020

OS HERÓIS NÃO FORAM ESQUECIDOS!



"Em 26 de fevereiro de 1991, um grupo de cerca de 40 guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que se autodenominava "Comando Simon Bolívar", adentrou o território brasileiro, próximo à fronteira entre Brasil e Colômbia, as margens do Rio Traíra, no Estado do Amazonas, e atacou de surpresa o Destacamento Traíra do Exército Brasileiro, que estava em instalações semi-permanentes e que possuía apenas 17 militares, efetivo muito inferior ao da coluna guerrilheira que o atacara. Operações de inteligência afirmam que o ataque foi motivado pela repressão exercida pelo destacamento de fronteira ao garimpo ilegal na região, uma das fontes de financiamento das FARC. Nesse ataque morreram três militares brasileiros e nove ficaram feridos. Várias armas, munições e equipamentos foram roubados. Imediatamente, as Forças Armadas Brasileiras, autorizadas pelo Presidente Fernando Collor de Mello e com o conhecimento e apoio do Presidente colombiano César Gaviria Trujillo, deflagraram, secretamente, a Operação Traíra, com o objetivo de recuperar o armamento roubado e desencorajar novos ataques. Uma reunião bilateral entre representantes do Brasil e da Colômbia, em caráter de urgência, foi realizada em Leticia, na Colômbia, no dia 9 de março, na qual planos de ação foram discutidos e traçados. Ambas as delegações concordaram sobre compartilhar, de imediato e também ao longo das semanas seguintes, informações sobre atividades subversivas, terroristas ou ligadas ao narcotráfico.  A Força Aérea Brasileira apoiou a Operação Traíra, com seis helicópteros de transporte de tropas UH-1H, seis aeronaves de ataque ao solo AT-27 Tucano e aviões transporte C-130 Hércules e C-115 Búfalo.  A Marinha do Brasil apoiou a Operação Traíra com um Navio Patrulha Fluvial, que ficou baseado em Vila Bittencourt, cooperando com o apoio logístico e garantindo a segurança daquela região.  O Exército Brasileiro enviou suas principais tropas de elite: operadores de Forças Especiais e de Comandos, do então Batalhão de Forças Especiais (atuais 1º Batalhão de Forças Especiais e 1º Batalhão de Ações de Comandos), e também militares do, então, 1º Batalhão Especial de Fronteira (atual 8° BIS), para atacar a base guerrilheira que se encontrava em território colombiano, próxima à fronteira. Também deram apoio militares do 1º Batalhão de Infantaria de Selva, Batalhão Amazonas, principal Unidade do Comando Militar da Amazônia. O Comando de Aviação do Exército se fez presente fornecendo o meio de transporte utilizado pelos combatentes empregados na missao: 4 helicópteros de manobra HM-1 Pantera e 2 helicópteros de reconhecimento e ataque HA-1 Esquilo.  O saldo da Operação Traíra foi de 62 guerrilheiros mortos, inúmeros capturados e a maior parte do armamento e equipamento recuperados.  Desde então, nunca mais se soube de invasões das FARC em território brasileiro, assim como ataques a militares brasileiros.  A maior parte da sociedade brasileira não sabe disso.  *O Exército realizou em 26/02/2019 homenagens aos heróis que tombaram defendendo nosso território.*  Nenhuma rede de TV fez questão de divulgar o fato.  Mas nós compartilhamos aqui.  Entendemos a importância da comunicação com responsabilidade nas redes sociais."

25 fevereiro 2020

DE ONDE SURGIU O BOLSONARO?

Desculpem os amigos, mas não é de um "machismo", de uma "homofobia" ou de um "racismo" do brasileiro. Os eleitores do Bolsonaro, candidato do PSL, não são fascistas, machistas, racistas, homofóbicos nem defendem a tortura. Aliás, o próprio Bolsonaro não é nada disso, e nós sabemos disso. A maioria dos seu eleitores nem mesmo é bolsonarista.  O Bolsonaro surgiu daqui mesmo, do campo das esquerdas. Surgiu da nossa incapacidade de fazer a necessária autocrítica. Surgiu da recusa em conversar com o outro lado. Surgiu da insistência na ação estratégica em detrimento da ação comunicativa, o que nos levou a demonizar, sem tentar compreender, os que pensam e sentem de modo diferente.   É, inclusive, o que estamos fazendo agora. O meu Facebook e o meu WhatsApp estão cheios de ataques aos "fascistas", àqueles que têm "mãos cheias de sangue", que são "machistas", "homofóbicos", "racistas". Só que o eleitor do Bolsonaro não é nada disso nem se identifica com essas pechas. As mulheres votaram mais no Bolsonaro do que no Haddad. Os negros votaram mais no Bolsonaro do que no Haddad. Uma quantidade enorme de gays votou no Bolsonaro.   Amigos, estamos errando o alvo. O problema não é o eleitor do Bolsonaro. Somos nós, do grande campo das esquerdas.  O eleitor não votou no Bolsonaro PORQUE ele disse coisas detestáveis. Ele votou no Bolsonaro APESAR disso.  O voto no Bolsonaro, não nos iludamos, não foi o voto na direita: foi o voto anti-esquerda, foi o voto anti-sistema, foi o voto anti-corrupção. Na cabeça de muita gente (aqui e nos EUA, nas últimas eleições), o sistema, a corrupção e a esquerda estão ligados. O voto deles aqui foi o mesmo voto que elegeu o Trump lá. E os pecados da esquerda de lá são os pecados da esquerda daqui.  O Bolsonaro teve os votos que teve porque nós evitamos, a todo custo, olhar para os nossos erros e mudar a forma de fazer política. Ficamos presos a nomes intocáveis, mesmo quando demonstraram sua falibilidade. Adotamos o método mais podre de conquistar maioria no congresso e nas assembleias legislativas, por termos preferido o poder à virtude. Corrompemos a mídia com anúncios de empresas estatais até o ponto em que elas passaram a depender do Estado. E expulsamos, ou levamos ao ostracismo, todas as vozes críticas dentro da esquerda.  O que fizemos com o Cristóvão Buarque?   O que fizemos com o Gabeira?  O que fizemos com a Marina?  O que fizemos com o Hélio Bicudo?  O que fizemos com tantos outros maiores ou menores do que eles?  Os que não concordavam com a nossa vaca sagrada, os que criticavam os métodos das cúpulas partidárias, foram calados ou tiveram que abandonar a esquerda para continuar tendo voz.  Enquanto isso, enganávamo-nos com os sucessos eleitorais, e nos tornamos um movimento da elite política. Perdemos a capacidade de nos comunicar com o povo, com as classes médias, com o cidadão que trabalha 10h por dia, e passamos a nos iludir com a crença na idéia de que toda mobilização popular deve ser estruturada de cima para baixo.  A própria decisão de lançar o Lula e o Haddad como candidatos mostra que não aprendemos nada com nossos erros - ou, o que é pior, que nem percebemos que estamos errando, e colocamos a culpa nos outros. Onde estão as convenções partidárias dos anos 80? Onde estão as correntes e tendências lançando contra-pré-candidatos? Onde estão os debates internos? Quando foi que o partido passou a ter um dono?   Em suma: as esquerdas envelheceram, enriqueceram e se esqueceram de suas origens.   O que nos restou foi a criação de slogans que repetimos e repetimos até que passamos a acreditar neles. Só que esses slogans não pegam no povo, porque não correspondem ao que o povo vivencia. Não adianta chamar o eleitor do Bolsonaro de racista, quando esse eleitor é negro e decidiu que não vota nunca mais no PT. Não adianta falar que mulher não vota no Bolsonaro para a mulher que decidiu não votar no PT de jeito nenhum.  Não, amigos, o Brasil não tem 55% de machistas, homofóbicos e racistas. Nós chamarmos os eleitores do Bolsonaro disso tudo não vai resolver nada, porque o xingamento não vai pegar. O eleitor do cara não é nada disso. Ele só não quer mais que o país seja governado por um partido que tem um dono.  E não, não está havendo uma disputa entre barbárie e civilização. O bárbaro não disputa eleições. (Ah, o Hitler disputou etc. Você já leu o Mein Kampf? Eu já. Está tudo lá, já em 1925. Desculpe, amigo, mas piadas e frases imbecis NÃO SÃO o Mein Kampf. Onde está a sua capacidade hermenêutica?).   Está havendo uma onda Bolsonaro, mas poderia ser uma onda de qualquer outro candidato anti-PT. Eu suspeito que o Bolsonaro só surfa nessa onda sozinho porque é o mais antipetista de todos.  E a culpa dessa onda ter surgido é nossa, exclusivamente nossa. Não somente é nossa, como continuará sendo até que consigamos fazer uma verdadeira autocrítica e trazer de volta para nosso campo (e para os nossos partidos) uma prática verdadeiramente democrática, que é algo que perdemos há mais de vinte anos. Falamos tanto na defesa da democracia, mas não praticamos a democracia em nossa própria casa. Será que nós esquecemos o seu significado e transformamos também a democracia em um mero slogan político, em que o que é nosso é automaticamente democrático e o que é do outro é automaticamente fascista?  É hora de utilizar menos as vísceras e mais o cérebro, amigos. E slogans falam à bile, não à razão.

Autor: Gustavo Bertoche - Dr em filosofia

ENTRAMOS NA ERA DA REGENERAÇÃO PLANETÁRIA



(Foto Tumblr)
Não só a terra, mas o sistema solar inteiro já está imerso no cinturão de fótons que emana de Alcyonne, o sol central da galáxia, vem recebendo sua energia para a transmutação e para o salto quântico evolutivo.....   O cansaço e as novas frequências:    O cansaço físico que estamos sentindo é devido às novas frequências eletromagnéticas inteligentes que estão chegando do Sol Central.  Estas estão mexendo radicalmente em nossas estruturas físicas, emocionais e espirituais.  O QUE FAZER?  Mentalmente:  Vibrar em alta ressonância, de preferência na mais alta energia possível, a energia da gratidão, da compaixão, da generosidade, da benevolência e do compartilhamento mútuo das ideias. Faça diferente, Pare de reclamar e comece a agradecer, a gratidão é a energia que moldará o novo mundo.  Fisicamente:  Fazer exercícios calmos e concentrados, emitindo, ao mesmo tempo em que os faz, ondas azuis para todos os locais onde sente supostamente dor, desconforto ou fadiga muscular.  Coloque para dentro do seu corpo sentimentos bonitos, e saudáveis para a tua vida.  Mergulhar na água do mar ou na água de rio corrente para entrar na frequência nova da Natureza.  Espiritualmente:  Prestar atenção na intuição, pois ela  está chegando com mais força e é a primeira informação que chega do mundo espiritual para adentrar em sua mente.  Relacionamentos:  Não precisa mais gritar com ninguém, seu coração já não suporta mais gritos e discussões, ele só quer harmonia e entendimento, a época dos sofrimentos terminou, quem ainda continuar nesta ideia passará por grandes provações.   Trabalho:  Seu espirito não está mais querendo fazer o que não faz sentido e não preenche o seu propósito de vida.   Se não mudar ou melhorar sua relação com seu trabalho, sua vida vai ficando cada vez mais vazia, mesmo que através dele receba bastante dinheiro, nada disso poderá dar um sentido real para a sua existência daqui em diante.                 O estado da gratidão pura e silenciosa.   Sintonia consigo mesmo.   O PROCESSO  OBSESSIVO EM SUA VIDA  Nem sempre conseguimos perceber, porém principiam de bagatelas: - O olhar de desconfiança… - Um grito de cólera… - Uma frase pejorativa… - A Maledicência sem pensar.. - A ponta de sarcasmo… - O momento de irritação… - A tristeza sem motivo… - O instante de impaciência…  Estabelecida a ligação com as sombras por semelhantes tomadas de invigilância, eis que surgem as grandes brechas na organização da vida ou na moradia da alma: - A desarmonia em casa… - A discórdia nos grupos… - O fogo da crítica… - O veneno da queixa… - A doença imaginária… - A treva do ressentimento… - A discussão infeliz… - A rixa sem propósito…  As obsessões que envolvem individualidades devem ser evitadas. Para isso, dispomos todos de recursos infalíveis, quais sejam: - A dieta do silêncio; - A vacina da tolerância - O detergente do trabalho  - O antisséptico da oração. 
EMMANUEL - publicada em 12.02.19 na Revista Chico de Minas Xavier

QUE PAÍS É ESSE?

LAPIDANDO O DIAMANTE, QUE É VOCÊ MESMO!

      A única coisa que fará de mim um vencedor é a convicção que está dentro de mim. Para tanto, a primeira atitude é tomar uma decis...